segunda-feira, 10 de junho de 2013
Mulher
Morena Flor: Mulher: A mulher suporta o fardo e o parto. E por ser mulher Vive o amor e tudo que ele traz de dor... A mulher não se intimida diante da vi...
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Feministas extremistas
Pensei que eu fosse um pouco feminista, mas me deparei com
um grupo extremamente “rasgarei meu sutiã”. Orgulho-me do que nós mulheres
conquistamos no decorrer destes anos, pudemos votar, trabalhar, praticamente
estamos igualada aos homens. Porém
existem extremistas do sexo feminino que ainda não acham o bastante. Entrei em
um grupo de uma rede social que se falava de machismo, nada pior do que isto.
Fiquei horrorizada! O assunto era sobre aborto em caso de estupro. Uma das
meninas que comentou disse assim: “Não é uma criança, só um monte de aglomerado
de células”. Será mesmo? Eu sei que todos temos livre arbítrio para decidir o
que fazemos de nossas vidas, mas eu penso diferente. Acredito sim, que a partir
da fecundação haja uma vida. É uma vida!
Eu também sou mulher! Eu sei o que é sofrer com o machismo
de cada dia! Imagino como deve ser horrível passar por uma situação de estupro.
É realmente um infortúnio! Mas é uma
vida que está em jogo! São tantas famílias que não podem ter filhos e lutam por
adotar um, e de repente, centenas de mulheres abortam sendo caso de estupro ou não. Teve uma outra que comentou assim: "Somos mulheres e se quisermos transar quantas vezes quisermos transaremos, e abortaremos também"... Não tinha ideia de que existissem mulheres assim. Eu posso estar sendo
extremista sim, e quem sou eu para dizer: “Não aborte”? Como eu disse livre
arbítrio está aí. Cada um tem o seu corpo. São escolhas e a ciência pode até dizer o contrário, mas EU
ACREDITO, como muitos também acreditam, que ali há uma vida. Se aquele espermatozoide
virará um feto, como pode você chama-lo tão friamente de “aglomerado de
células”? Vida, é vida!
Feministas por favor, nós conquistamos sim nosso espaço e
continuamos conquistando mais e mais. Nossa independência é uma preciosidade
que continuaremos sempre lutando para mantê-la. Somos motoristas, médicas,
policiais, caminhoneiras, lutadoras, pedreiras, motogirls, engenheiras, somos
tudo o que quisermos ser! E se temos que aguentar um fardo maior do que os
homens, é porque somos mais FORTES!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Vai querer um cafajeste hoje?
Fala-se de cafajestes a todo momento como se as mulheres
denominadas assim como “sexo frágil” não pudessem se defender. Ok, agora vamos acordar. Estamos em pleno
século XXI, temos diversas mídias que nos mostram com quem devemos ou não nos
relacionar. Não que isso vá resolver, mas nossas mães nos treinam desde
crianças.
Sexo frágil? Jamais! Aliás podemos até nos igualar na
cafajestagem alheia. Posso não ser a pessoa mais conhecedora de todos os tipos
de homens. Mas tive lá minhas experiências. E sempre enfatizei gostar mesmo dos cafajestes. E a mulher que
nunca gostou, que atire a primeira pedra! Não sejamos hipócritas. Há uma fase
em nossas vidas, adolescência, juventude, que este certo tipo de cara nos deixa
assim de “pernas bambas”. E tudo bem sentir assim, pois é totalmente normal. Até chegar o momento que envolva um
sentimento. Meu bem, se você tem a plena certeza com quem está realmente se
envolvendo, uma dica: não se envolva. Use-o como backup para os momentos em que
estiver sozinha. Se não fizer isso ele despedaçará seu coração. Sim, isso
mesmo, seja também cafajeste. Vou citar um exemplo básico de cafajestagem
feminina:
Suzana estava ainda se
recuperando do término complicado de seu namoro. Resolveu então, sair com seus
amigos para a balada. Ficou com um amigo de seu amigo. E no dia seguinte o
rapaz não parava de ligar. Ela explicou que havia adorado ficar com ele
(mentiu) mas que no momento não queria nada sério. Ele disse não querer namoro
também, mas as atitudes demonstraram que sim. Ele publicava em seu mural no
facebook, mandava sms, ligava e ainda perguntava dela para suas amigas. Suzana
simplesmente o fez parecer um objeto inanimado. Não atendeu suas ligações, não
respondeu suas mensagens e muito menos visualizou os recados do facebook. Isso
tudo durou umas 3 semanas, até o pobre rapaz se tocar, que daquela toca não
sairia coelho algum.
Não é uma das maiores cafajestagens, mas a atitude de Suzana foi totalmente compreensível. É normal
você não querer se relacionar seriamente com outras pessoas logo ao término de
um relacionamento. A tendência é que queira apenas diversão. Sumir é típico dos cafajestes e ela usou isso
bem com muita esperteza. Geralmente quando não querem nada sério, eles somem
por um tempo, mas não totalmente. Em algum momento reaparecerá, para mudar um
pouco o cardápio.
Então, ao invés de se relacionarem com pessoas “erradas” usem-nas
somente. Paguemos então com a mesma moeda. E nunca em hipótese alguma se
apaixone por um (a) cafajeste.
Por que chamar de amor?
Por que chamar de amor a tal pessoa que se está
apaixonada? Conheço diversos casais, tanto amigos como conhecidos e não há um
só deles que não chame o namorado ou namorada de ‘amor’. Na minha concepção,
não há uma diferenciação entre as pessoas que denominam seus parceiros de ‘amor’.
Posso parecer meio insensível para quem estiver lendo
esta matéria, mas para mim a hipocrisia não poderia estar mais explícita. Vou
dar um belo exemplo:
Paulo
namora com Elaine há duas semanas, ambos se intitulam “amor”. Porém este namoro terminará em exatamente 6
meses. O que poderá resultar em um breve sofrimento, que logo passará com o
tempo. Consequentemente, Paulo e Elaine arranjarão outros parceiros que também
serão chamados de amor.
Uma breve análise que nos fará perceber que ser
chamado de “amor” não é assim tão especial. Afinal, quem nunca foi chamado
assim? Acredito que esta hipocrisia que se alastra pelos relacionamentos, bons
e maus sucedidos, poderia muito bem ser resolvida de uma outra forma.
Digamos que você ame uma pessoa, e que resolveu
manter um relacionamento sério com a mesma, subentendesse então, que além de
poder chamá-la pelo seu nome registrado pelos pais obviamente você a chamará de “amor”,
certo? ERRADO! Quando amamos uma pessoa, devemos tratá-la diferentemente das
outras. Se a conhece realmente, crie um
apelido que só vocês dois utilizem e que não seja igual a todos os outros
casais tipicamente “amados”. Chame-o de “docinho de coco” ou algo que descreva
a pessoa de um modo que só você possa descrever. Esse sim será o diferencial do
casal, e não precisará provar nada a ninguém chamando de “amor”.
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