domingo, 4 de agosto de 2013

Tomar uma coca-cola com você - Frank O'hara

Tomar uma coca-cola com você é ainda melhor do que uma viagem a San Sebastian, Irun, Hendaye, Biarritz, Bayonne ou que ficar enjoado na Travessera de Gracia em Barcelona.  Em parte porquê nessa camisa laranja você parece um São Sebastião melhor e mais feliz.  Em parte porque eu gosto tanto de você. Em parte porquê você gosta tanto de iogurte. Em parte por causa das tulipas laranja fluorescente contra a casca branca das árvores.  Em parte pelo segredo que nos vem ao sorriso perto de gente e de estatuária.
  
É difícil quando estou com você acreditar que existe alguma coisa tão parada, tão solene, tão desagradável e definitiva como estatuária. Quando bem na frente delas na luz quente de Nova York, às quatro da tarde, nós estamos indo e vindo de um lado para o outro como a árvore, respirando pelos olhos de seus nós e a exposição de retratos parece não ter nenhum rosto, só tinta de repente você se surpreende que alguém tenha se dado ao trabalho de pintá-los.
  
Olho pra você e prefiro de longe olhar para você do que para todos os retratos do mundo, exceto talvez às vezes o Cavaleiro Polonês, que de qualquer maneira está noFrick aonde, graças a Deus, você nunca foi de modo que eu posso ir junto com você a primeira vez. E isso de você se mover tão bonito mais ou menos dá conta do futurismo, assim como em casa nunca penso no Nu Descendo a Escada ou num ensaio em algum desenho de Leonardo ou Michelangelo que costumava me deslumbrar e o que adianta aos Impressionistas tanta pesquisa.  Quando eles nunca encontraram a pessoa certa para ficar perto de uma árvore quando o sol baixava ou por sinal Marino Marini que não escolheu o cavaleiro tão bem quanto o cavalo.                  

Acho que eles todos deixaram de ter uma experiência maravilhosa que eu não vou desperdiçar por isso estou te contando.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Mulher

Morena Flor: Mulher:  A mulher suporta   o fardo e o parto. E por ser mulher   Vive o amor e tudo que ele traz de dor... A mulher não se intimida diante da vi...

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Feministas extremistas


Pensei que eu fosse um pouco feminista, mas me deparei com um grupo extremamente “rasgarei meu sutiã”. Orgulho-me do que nós mulheres conquistamos no decorrer destes anos, pudemos votar, trabalhar, praticamente estamos igualada aos homens.  Porém existem extremistas do sexo feminino que ainda não acham o bastante. Entrei em um grupo de uma rede social que se falava de machismo, nada pior do que isto. Fiquei horrorizada! O assunto era sobre aborto em caso de estupro. Uma das meninas que comentou disse assim: “Não é uma criança, só um monte de aglomerado de células”. Será mesmo? Eu sei que todos temos livre arbítrio para decidir o que fazemos de nossas vidas, mas eu penso diferente. Acredito sim, que a partir da fecundação haja uma vida. É uma vida!
Eu também sou mulher! Eu sei o que é sofrer com o machismo de cada dia! Imagino como deve ser horrível passar por uma situação de estupro. É realmente um  infortúnio! Mas é uma vida que está em jogo! São tantas famílias que não podem ter filhos e lutam por adotar um, e de repente, centenas de mulheres abortam sendo caso de estupro ou não. Teve uma outra que comentou assim: "Somos mulheres e se quisermos transar quantas vezes quisermos transaremos, e abortaremos também"... Não tinha ideia de que existissem mulheres assim. Eu posso estar sendo extremista sim, e quem sou eu para dizer: “Não aborte”? Como eu disse livre arbítrio está aí. Cada um tem o seu corpo. São escolhas e a ciência pode até dizer o contrário, mas EU ACREDITO, como muitos também acreditam, que ali há uma vida. Se aquele espermatozoide virará um feto, como pode você chama-lo tão friamente de “aglomerado de células”? Vida, é vida!
Feministas por favor, nós conquistamos sim nosso espaço e continuamos conquistando mais e mais. Nossa independência é uma preciosidade que continuaremos sempre lutando para mantê-la. Somos motoristas, médicas, policiais, caminhoneiras, lutadoras, pedreiras, motogirls, engenheiras, somos tudo o que quisermos ser! E se temos que aguentar um fardo maior do que os homens, é porque somos mais FORTES!


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Vai querer um cafajeste hoje?


Fala-se de cafajestes a todo momento como se as mulheres denominadas assim como “sexo frágil” não pudessem se defender.  Ok, agora vamos acordar. Estamos em pleno século XXI, temos diversas mídias que nos mostram com quem devemos ou não nos relacionar. Não que isso vá resolver, mas nossas mães nos treinam desde crianças.



Sexo frágil? Jamais! Aliás podemos até nos igualar na cafajestagem alheia. Posso não ser a pessoa mais conhecedora de todos os tipos de homens. Mas tive lá minhas experiências. E sempre enfatizei  gostar mesmo dos cafajestes. E a mulher que nunca gostou, que atire a primeira pedra! Não sejamos hipócritas. Há uma fase em nossas vidas, adolescência, juventude, que este certo tipo de cara nos deixa assim de “pernas bambas”. E tudo bem sentir assim, pois é totalmente normal.  Até chegar o momento que envolva um sentimento. Meu bem, se você tem a plena certeza com quem está realmente se envolvendo, uma dica: não se envolva. Use-o como backup para os momentos em que estiver sozinha. Se não fizer isso ele despedaçará seu coração. Sim, isso mesmo, seja também cafajeste. Vou citar um exemplo básico de cafajestagem feminina:

Suzana estava ainda se recuperando do término complicado de seu namoro. Resolveu então, sair com seus amigos para a balada. Ficou com um amigo de seu amigo. E no dia seguinte o rapaz não parava de ligar. Ela explicou que havia adorado ficar com ele (mentiu) mas que no momento não queria nada sério. Ele disse não querer namoro também, mas as atitudes demonstraram que sim. Ele publicava em seu mural no facebook, mandava sms, ligava e ainda perguntava dela para suas amigas. Suzana simplesmente o fez parecer um objeto inanimado. Não atendeu suas ligações, não respondeu suas mensagens e muito menos visualizou os recados do facebook. Isso tudo durou umas 3 semanas, até o pobre rapaz se tocar, que daquela toca não sairia coelho algum.

Não é uma das maiores cafajestagens, mas a atitude de Suzana foi totalmente compreensível. É normal você não querer se relacionar seriamente com outras pessoas logo ao término de um relacionamento. A tendência é que queira apenas diversão.  Sumir é típico dos cafajestes e ela usou isso bem com muita esperteza. Geralmente quando não querem nada sério, eles somem por um tempo, mas não totalmente. Em algum momento reaparecerá, para mudar um pouco o cardápio.
Então, ao invés de se relacionarem com pessoas “erradas” usem-nas somente. Paguemos então com a mesma moeda. E nunca em hipótese alguma se apaixone por um (a) cafajeste.



Por que chamar de amor?

Por que chamar de amor a tal pessoa que se está apaixonada? Conheço diversos casais, tanto amigos como conhecidos e não há um só deles que não chame o namorado ou namorada de ‘amor’. Na minha concepção, não há uma diferenciação entre as pessoas que denominam seus parceiros de ‘amor’.
Posso parecer meio insensível para quem estiver lendo esta matéria, mas para mim a hipocrisia não poderia estar mais explícita. Vou dar um belo exemplo:

Paulo namora com Elaine há duas semanas, ambos se intitulam “amor”.  Porém este namoro terminará em exatamente 6 meses. O que poderá resultar em um breve sofrimento, que logo passará com o tempo. Consequentemente, Paulo e Elaine arranjarão outros parceiros que também serão chamados de amor.




Uma breve análise que nos fará perceber que ser chamado de “amor” não é assim tão especial. Afinal, quem nunca foi chamado assim? Acredito que esta hipocrisia que se alastra pelos relacionamentos, bons e maus sucedidos, poderia muito bem ser resolvida de uma outra forma.

Digamos que você ame uma pessoa, e que resolveu manter um relacionamento sério com a mesma, subentendesse então, que além de poder chamá-la pelo seu nome registrado pelos pais obviamente  você a chamará de “amor”, certo? ERRADO! Quando amamos uma pessoa, devemos tratá-la diferentemente das outras.  Se a conhece realmente, crie um apelido que só vocês dois utilizem e que não seja igual a todos os outros casais tipicamente “amados”. Chame-o de “docinho de coco” ou algo que descreva a pessoa de um modo que só você possa descrever. Esse sim será o diferencial do casal, e não precisará provar nada a ninguém chamando de “amor”.





segunda-feira, 25 de março de 2013

Simplesmente Teatro: Aula-Entrevista com o personagem

Simplesmente Teatro: Aula-Entrevista com o personagem: Em cima da Gênese foi efetuada uma entrevista com os personagens. Como se fosse uma coletiva, todos ficavam de frente para o entrevistado e...

Simplesmente Teatro: Aula - Gênese do personagem

Simplesmente Teatro: Aula - Gênese do personagem: Foi proposto em aula que cada um fizesse uma Gênese. A Gênese no teatro tem o objetivo de estabelecer uma visão mais ampla do personagem. É...